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sexta-feira, 6 de março de 2015

Manifestantes do MST invadiram uma fábrica e destruíram milhares de plantas geneticamente modificadas

Foto: Cláudia Nascimento/TV Tem.
Manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) invadiram uma fábrica e destruíram milhares de plantas geneticamente modificadas, em São Paulo. O ataque envolveu mais de mil mulheres do movimento e destruiu 14 anos de pesquisas científicas. Segundo a empresa "Futura Gene" as pesquisas buscam desenvolver plantas que aumentam a produção de celulose para produção de papel, biocombustíveis e outros mantimentos de forma que reduza os impactos ao meio ambiente. As plantas buscavam reduzir a poluição da água, uso de terra para plantio e reduzir o aquecimento global. O resultado das pesquisas seriam apresentados nesta quinta-feira em Brasília durante uma conferência científica. O MST afirma, por nota, que o plantio em escala do eucalipto transgênico pode causar sérios impactos ambientais e sociais, já que contaminaria a produção de mel brasileira, e necessitaria de mais água e agrotóxico se comparado com a espécie natural. O gerente de operações da companhia, Eduardo José de Mello, disse que a empresa já respondeu todas as questões colocadas pela CTN-BIO, que é o órgão regulador. "O produto é seguro para a sociedade e meio ambiente", afirmou. Ele disse ainda que a empresa calcula os prejuízos. "Foi bem considerável e perdemos alguns anos de desenvolvimento tecnológico." A polícia foi chamada ao local, mas chegou tarde. Os seguranças da empresa foram rendidos e não puderam fazer nada.

Por: Renato Souza

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