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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Esperança aos que tem câncer

Foto: reprodução/EPTV.
O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu uma decisão limitar autorizando que uma paciente com câncer tenha acesso ao medicamento que possivelmente cura a doença. A autorização em caráter liminar (provisório) foi obtido por um advogado do Rio de Janeiro que buscou a fosfoetanolamina para a própria mãe. A paciente de 68 anos está com câncer no pâncreas com metastasse e em estado terminal. O advogado Dennis Cincinatus conta que a mãe ficou muito feliz ao saber da notícia. "Fui eu que contei. Ela chorou muito. Está feliz e esperançosa agora", afirma Dannis. A triste decisão de barrar a entrega do medicamento pela Universidade de São Paulo (USP) foi do presidente do TJ-SP, José Renato Nalini. No STF o filho da paciente alegou que todos tem direito a saúde, como previsto na Constituição Federal (STF). Os médicos deram 10 dias de vida para a idosa. A decisão da suprema corte é provisória, mas abre precedentes para que o advogado de outros pacientes peçam a expansão da decisão e consigam o medicamento. O TJ-SP ordenou o fim da fabricação e distribuição do medicamento alegando falta de testes clínicos, argumento criado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A Anvisa afirma que “não há nenhum processo de pesquisa clínica” para o produto e “não houve por parte da instituição de pesquisa nenhuma iniciativa ou atitude prática no sentido de transformar este produto em um medicamento”. Atualmente 732 pessoas brigam na Justiça para ter acesso ao medicamento. Segundo o estudo publicado pela Fundação de Apoio a Pesquisa de São Paulo, a fosfoetanolamina adiciona marcadores nas células com câncer, fazendo com que o próprio sistema imunológico trate de destruí-las. O tratamento cura o câncer em até 8 meses, sem necessidade de quimioterapia ou efeito colaterais. Alguns pacientes relataram terem sido curados em algumas semanas. A Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara aprovou o debate para que o medicamento seja liberado em caráter especial. Outras informações sobre o caso você acompanha aqui a qualquer momento.

Por: Renato Souza

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