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terça-feira, 18 de julho de 2017

MP e OAB cobram respostas sobre caso de homem achado sem vida em delegacia

O Ministério Público do Distrito Federal e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) querem resposta para a morte do motorista Luis Cláudio Rodrigues, encontrado sem vida em uma delegacia. Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) da Polícia Civil apontou, preliminarmente, que ele morreu por asfixia.

Em um documento encaminhado à Secretaria de Segurança, a OAB pede esforços para uma apuração “séria, rápida e rigorosa” do caso. Já o MP instaurou um procedimento administrativo para apurar o caso.

A deputada federal Erika Kokay (PT-DF), vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Cãmara dos Deputaods, deve se reunir nesta terça-feira (15), às 18h, com a diretora do IML, Cíntia Honorato Sobreira, para tomar ciência das apurações que estão sendo feitas e colher as primeiras informações acerca do caso.

Na quinta (17), às 10h, ela informou que será feita uma nova reunião, desta vez com o secretário de Segurança Pública, Edval de Oliveira Novaes Júnior, acerca das providências tomadas pela Polícia Civil em relação à investigação da morte do motorista.

Entenda

Luis Cláudio foi achado morto, na última sexta-feira (14), em uma cela da 13ª DP, em Sobradinho, após ter sido detido por embriaguez ao volante depos de bater no carro de um policial militar. O corpo da vítima foi liberado pelo IML na tarde de sábado (15). O motorista foi sepultado na manhã de domingo, no Cemitério de Sobradinho.


Sobre o caso, a Polícia Civil informou que Corregedoria da instituição instaurou um inquérito para apurar a morte do motorista. Aos parentes, os agentes contaram que o motorista se enforcou com a camisa que estava usando no momento da prisão. O caso foi registrado como suicídio pela polícia, mas a família não se conforma.
O advogado da vítima disse que pediu para acompanhar a perícia dentro da delegacia, mas não foi autorizado. “A gente não acredita que ele fosse capaz de ceifar a própria vida porque tinha muitos projetos.”

Os parentes vão aguardar os resultados do inquérito da Corregedoria da Polícia Civil e da perícia criminalística, que devem ser concluídos em 30 dias, para poderem “tomar todas as medidas cabíveis, inclusive jurídicas”.

Por G1 DF

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